Hoje eu vim falar sobre o porvir.org.
É um site que fala sobre as inovações na educação!
Por exemplo o novo jogo que ensina álgebra de uma maneira divertida ou a calculadora de pegada ecológica que leva a sustentabilidade para a sala de aula ou uma professora que usa videogame para ensinar história aos seus alunos.
Entretanto, teve uma matéria que me chamou atenção... Uma matéria que fala sobre as maneiras de falar sobre as questões de gênero na escola.
Me chamou a atenção porque eu a Krysia e a Letícia fizemos um trabalho sobre Sexualidade na Infância com ênfase em crianças transgêneras para nossa matéria de Didática e vimos que não existe uma lei que obrigue a escola a aceitar e respeitar essas crianças no ambiente escolar. Existe apenas uma resolução (que não tem força de lei) que diz que os alunos transgêneros podem escolher qual banheiro usar e que tipo de uniforme usar, além de poder colocar o nome social em todos os processos administrativos da vida acadêmica.
A matéria que eu vi no Por Vir, fala sobre meios de inserir esse assunto tão ~polêmico~ na educação do aluno.
Na disciplina de língua portuguesa, o professor pode incentivar seus alunos a fazerem questionamentos sobre textos, músicas e programas de televisão. Ela trabalha com coisas do cotidiano para que eles consigam notar a presença do machismo, preconceito e sexismo nas suas vidas.
No ensino fundamental, o professor pode discutir com os alunos a relação de igualdade de gênero por meio de músicas e leituras de texto. Para mostrar o estereótipo de uma mulher do século passado e comparar com os dias atuais, eles podem ouvir a música “Cotidiano”, de Chico Buarque. A reflexão ajuda a mostrar que as mulheres são capazes de trabalhar fora e sustentar uma casa e os homens também podem fazer serviços domésticos.
Os livros também são ótimos aliados para trabalhar essa questão. Diversas disciplinas podem abrir espaço para a discussão sobre gênero. Na Universidade Federal Fluminense, Flora Daemon ministra uma disciplina optativa chamada Memória Autobiográfica e Escrita Íntima em Rede, que tem como foco a palavra feminina nas redes e inclui nas suas aulas discussões de temas sobre desigualdade de acesso à saúde entre gêneros, machismo como determinante social em saúde, violência contra mulher, entre outros.
Vou deixar o link da matéria do Por Vir e vou colocar os dois vídeos que utilizamos como inspiração pro nosso trabalho.
Espero que gostem do site!
http://porvir.org/7-maneiras-de-falar-sobre-questoes-de-genero-na-escola/
https://www.facebook.com/video.php?v=981741195215601&pnref=story
https://www.youtube.com/watch?v=bHhHRVo4kT0
Beijos!
As questões de gênero precisam ser discutidas nas escolas urgentemente.
ResponderExcluirNão vejo perspectivas de um futuro mais justo e igualitário que não a desconstrução, desde cedo, das características pré-definidas de gênero que limitam o desenvolvimento de homens e mulheres.
Esse é o caminho que precisamos traçar, e nada é mais eficaz para darmos esse primeiro passo do que difundir informação.
Parabéns pela postagem!
Ótima abordagem, parabéns!
ResponderExcluirAssunto muito importante a ser discutido sempre.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA escola desenvolve mais um papel muito importante no mundo contemporaneo que eh conscientizar sobre generos. Eh uma missao, ao meu ver... A velha conhecida disciplina de Historia eh reinventada em salas de aula, e a aula de sociologia eh negligenciada, e tantas instituicoes de ensino ainda nao abriram o topico de discussao de genero, sequer entre os propios educadores.
ResponderExcluirQue escolas sejam o espaco para que os alunos formem opinioes, mas que principalmente desenvolvam seus sensos criticos. Sem amarras. Muitos jovens e criancas tem a escola como refugio, onde eles podem debater assuntos com colegas e professores que as vezes nem sao abordados em casa, ou entao mesmo reprimidos.
Que inovacao no ensino venha para ficar!
amei a abordgem do tem! parabéns!
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